Sagrada Esperança

Sagrada Esperança
Em Sagrada Esperança, Agostinho Neto é poeta e homem de ação.
Em meio ao caos da noite colonial, era preciso criar, mas ‘criar com os olhos secos’, através da ação. E era preciso dar voz à consciência coletiva angolana: nestes poemas, esperança e realidade não são polos opostos, mas coexistem como desejo e prenúncio de mudanças, síntese do processo de formação de uma nova Angola, africana.
Poesia vigorosa, feita com o som e o ritmo da africanidade, que progride, com o poeta, no rumo da
libertação: a consciência do fato colonial, a resistência do MPLA, as prisões e desterros, o regresso, a independência.
Hoje já universalizada por inúmeras traduções, a obra de Agostinho Neto revive diariamente na magia da oralidade e nas adaptações musicais que se registram nos meios populares, a par de sua força intrínseca.
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